Eu estava apavorada porque não fazia ideia sobre o que escreveria essa semana, até que uma amiga me mandou uma mensagem perguntando se eu conhecia determinado garoto porque eles iam sair essa tarde (inclusive eles devem estar juntos agorinha mesmo, enquanto escrevo esse texto) e o que eu achava e/ou sabia sobre ele. Contei uma pequena historinha sobre minha experiencia com o tal garoto e quando acabei perguntei como eles haviam se conhecido ela me respondeu que havia sido pelo Facebook. Não pude deixar de achar interessante toda essa situação. Ao contrário do que pode estar parecendo, o garoto é o menos importante nisso tudo. Ok, ele pode até ser importante porque foi o que trouxe ela a falar comigo, mas só. 
Relevante mesmo, na minha humilde opinião, é como a internet, o Facebook, encurtaram caminhos nas nossas vidas. Por exemplo, quando eu preciso conversar com algum professor, ao invés de bater na sala dos professores, eu mando uma mensagem pelo Facebook para ele. Inclusive arrisco a dizer que isso nos aproximou mais do que qualquer conversinha que pudéssemos ter na porta da sala dos professores durante o intervalo. Porém conversar com o seu professor é uma coisa, uma coisa bastante singular, outra coisa totalmente diferente é usar o Facebook como base de todas as suas relações.
Primeiro de tudo vamos imaginar caso um dia a internet acabe e sejamos obrigados a voltar a viver como vivia-se mais ou menos no inicio da década de 1990, você consegue imaginar como seria sua vida? Não? Ai é que está! Uma coisa é usar como facilitador, outra coisa é usar como base causando uma quase dependência.

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Beijos
S.S Sarfati

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