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É cientificamente provado que a Lua afeta grandes massas de água, como as marés, por conta da gravidade. Por outro lado, mesmo não havendo provas cientificas sobre o assunto, muitas pessoas acreditam que nós, os seres humanos, temos nossas vidas afetadas pelas fases da Lua, afinal 70% de nós é água. Antigamente, as parteiras levavam em consideração as fases da Lua na hora do parto, tanto porque a Lua representa a feminilidade, nosso lado mulher e mãe. Eu que adoro assuntos esotéricos mesmo não entendendo muita coisa decidi fazer uma breve pesquisa e compartilhar por aqui o que encontrei.


Lua Nova: é a primeira fase da Lua portanto é a época ideal para tirar projetos do papel, tomar decisões importantes, seguir em frente e fazer planos financeiros. Por outro lado é desaconselhável para fazer cirurgias porque pode afetar o processo de cicatrização.


Lua Crescente: é uma boa fase para voltar a atenção a projetos deixados de lado e que você quer que tenha uma longa duração, incluindo amor, família, carreira e até mesmo viagens. É um ótimo período para fazer cirurgias pois, ao contrário da Lua Nova, é ótimo para cicatrização mais rápida. Uma boa época para fazer acupuntura e atrair público para um evento. No campo amoroso é a melhor época para começar uma relação que você quer que dure e para conquistar a pessoa amada.


Lua Cheia: as emoções estarão à flor da pele, por isso é ideal que você não tome decisões importante com o emocional em evidência. Além disso, é uma boa época para o comércio, trabalho em equipe, fazer eventos que tem objetivo de atrair grande público, parar de fumar e se você quer emagrecer, cuidado: esta não é a lua mais indicada.


Lua Minguante: é uma fase de encerramentos e reflexões, ou seja, não é a fase indicada para tirar projetos do papel, mas é ótima para começar uma dieta e se depilar - porque o pelo cresce mais lentamente. No campo amoroso não é a melhor época para se iniciar um relacionamento, mas é a fase certa para você parar de insistir em embustes.

Para te ajudar ainda mais e usar a Lua como uma maneira de tomar as melhores decisões, coloquei esse calendário lunar que encontrei no Pinterest (Já me segue?) para saber quando é cada Lua. Atualmente estamos em época de Lua Cheia, ou seja, uma época muito emocional (eu que o diga!) 


Você gostou de saber mais sobre a Lua?
Me conte se esse tipo de assunto te interessa :)

Beijos
S.S Sarfati


Sejamos honestos: hoje em dia está na moda se preocupar com o meio ambiente e de forma alguma estou dizendo que isso ruim, muito pelo contrário, é ótimo! Quem dera tudo que fosse modinha tivesse a preocupação de salvar o planeta em que vivemos. A questão é que várias pessoas que eu vejo participar desse movimento fazem isso não porque estão genuinamente preocupadas com o meio ambiente e sim porque querem se sentir pertencentes a um movimento tão descolado e hipster quanto o da causa ambiental, mas tudo bem, não vim reclamar disso tanto porque isso é ótimo. Que todo mundo que siga modinhas cegamente pare de usar canudos!


O Fast Fashion é um conceito completamente oposto ao do Slow Fashion, pois significa para quem vende lançar várias coleções muito específicas, com itens muito diferentes entre uma coleção e outra, com uma qualidade inferior. Para quem compra significa comprar muitas peças porque teoricamente são peças baratas e de baixa durabilidade, ou seja, são feitas para serem usadas em um curto período de tempo e descarte rápido. Uso limitadíssimo. Só que na realidade isso está acabando com o meio ambiente.


Tecido não é reciclável e leva milhares de anos para se decompor totalmente e quanto mais roupas são descartadas, mais lixo se acumula no planeta. "Sofia, quando eu quero me desfazer de alguma roupa, eu doou", isso é ótimo, mas você já se parou para pensar no que acontece com as roupas quando as pessoas para quem você doou descartam ela? Muitas acabam nem chegando a quem precisa e acabam indo parar em lixões ou sendo incineradas de maneira incorreta e imprópria para a natureza. A melhor maneira que você tem para evitar a produção de lixo é comprar menos roupas, isso porque não estou entrando em detalhes sobre a pegada ecológica da roupa -  que vale desde o lugar em que o tecido é produzido até essa roupa chegar para você, o quanto de lixo é produzido na confecção das roupas, além de considerar o custo social que as roupas geram: várias grandes marcas de roupas já foram pegas produzindo através de mão de obra escrava, péssimas condições de trabalho e com um pagamento que permita que os trabalhadores fiquem abaixo da linha da pobreza. Se você quiser saber mais sobre o assunto, sugiro assistir o documentário The True Cost (tem na Netflix!).


O movimento Slow Fashion veio para ser contra tudo isso: com menos coleções e com peças mais clássicas que permitam que você continue usando a peça mesmo depois que a modinha dela acabar, focando em uma produção mais artesanal e nacional - isso porque quando a roupa é produzida no país onde ela será usada, a sua pegada de carbono diminui drasticamente porque o caminho entre a sua confecção e a utilização é encurtada significavelmente. O mercado brasileiro para uma produção de moda nacional e artesanal é bastante receptivo e em São Paulo, por exemplo, já existem várias feiras que este tipo de produto é comercializado, mas nem tudo são flores e há um longo caminho a ser percorrido. O preço dessas roupas ainda é inacessível para a maior parte da população. "Mas é questão de prioridades" não, não é. Não podemos esquecer que o salário mínimo brasileiro é de R$998, ou seja,  para quem ganha isso não é possível gastar R$100 em uma blusinha de algodão orgânico de produção artesanal. Slow Fashion é sensacional, mas será ainda mais quando for acessível para a grande parte da população e não apenas para uma elite concentrada no eixo Rio-São Paulo. Quem mora no sudeste, como eu, às vezes se esquece que o Brasil é muito mais do que o que a gente vê! Boas ideias só se tornam realmente boas quando são acessíveis de fato.


Não ter dinheiro para comprar roupas artesanais ecologicamente e socialmente corretas não é o fim do mundo! É possível fazer sua parte consumindo de Fast-Fashion, é só optar por roupas que você continuaria usando depois que a moda passasse porque é realmente parte do seu estilo e ficar atento a qualidade e acabamento das roupas, mesmo que você nunca tenha notado há muita diferença entre a qualidade das roupas em uma mesma loja. Além disso, você pode focar em fazer suas roupas durarem mais.


Além disso, é preciso tomar cuidado para não deixar se enganar por inciativas que aparentemente são preocupadas com as questões ambientais, mas só fazem isso para vender mais. Isso se chama Green-Washing e envolve desde mentir descaradamente que um produto é ecológico quando não é, até mudar as cores das embalagens de maneira que façam o consumidor acreditar que aquele produto é ecológico. "Mas Sofia, isso não é crime!" realmente não é, mas deliberadamente levar alguém a acreditar em algo que você sabe que não é verdade é, no mínimo, desonesto e não tem porque darmos nosso dinheiro para marcas desonestas.

O que você pensa sobre isso? Você acha que esse post somou para você?
Beijos
S.S Sarfati




Hoje, dia 10 de Janeiro, é conhecido como o Dia Mundial do Chocolate (e também marca um mês para o meu aniversário) e por isso decidi falar um pouco sobre um dos alimentos mais consumidos do mundo, que além de muito gostoso e saudável (quando consumido com moderação e na forma de Meio Amargo), alivia sintomas da TPM. Aliás, você sabia que o chocolate também é responsável, em partes, pela liberação da serotonina - neurotransmissor responsável pela felicidade? Por isso é tão comum nos filmes vermos as personagens tristes se afogando em uma caixa de chocolates e este mesmo neurotransmissor é o que faz a vontade de chocolate nunca passar. 



Sua origem vem das civilizações pré-colombianas na América Central e que com os descobrimentos foi levado para a Europa, todavia o cultivo da matéria prima para a produção do chocolate só pode ser feita em lugares de clima quente. O produto era consumido pelos nativos em forma de uma bebida amarga e de uso exclusivo dos nobres. Para facilitar o transporte até a Europa, prensavam o produto em pó no formato de biscoitos para depois , no caso dos europeus, diluir o pó em água quente e adoçada com demais especiarias. Em 1585 houve o 1º carregamento comercial de chocolate dentro do velho continente e durante quase 100 anos o preparo da bebida foi considerado um segredo espanhol que só a aristocracia tinha acesso (caso alguém não se lembre, foram os espanhóis que colonizaram em grande parte a América Central, ok?). Em 1606 o chocolate foi produzido na Itália e depois disso se popularizou no restante do continente e devido a essa popularização gigantesca, os países europeus passaram a produzir matéria prima nas suas colônias americanas e africanas. 



O chocolate como vemos hoje é resultado de muito desenvolvimento industrial. Você sabia que existe mais de 10 tipos de chocolates, sendo os mais comuns chocolate ao leite e chocolate meio amargo. O chocolate branco não é chocolate! Ele é feito de manteiga de cacau e açúcar enquanto o chocolate "normal" é feito com uma massa de cacau. Enquanto a manteiga é basicamente gordura vegetal, a massa de cacau de cor escura contém diversos nutrientes, entre eles os flavonóides e anti-óxidantes que fazem bem para o coração e previnem futuros problemas (comendo com moderação, é claro!). Mas as leis são claras e dizem que se o chocolate branco tiver mais de 20% de manteiga de cacau é chocolate também. Melhor não discutir com as leis.



Mas nem tudo é doce: o chocolate tem um impacto ambiental gigantesco e 90% disso é só no plantio da matéria prima, ou seja, a indústria produtora de chocolate deixa todo o impacto ambiental negativo para o país que em sua maioria são subdesenvolvidos ou em desenvolvimento. De acordo com a The University of Manchester,  para produzir 1kg de chocolate é necessário 10 mil litros de água e, em média, 3 kg de CO2. Além disso,  a indústria do chocolate é responsável por milhares de casos de trabalho escravo e infantil. Você pode assistir também o documentário O Lado Negro do Chocolate. Então, o que podemos fazer para ajudar o planeta? Em primeiro lugar, consumo consciente é absolutamente necessário, além de dar preferencia para produtores locais e/ou produtos que sejam feitos a base de matéria prima orgânica. Quanto maior o teor de cacau do produto, menor impacto ambiental ele tem #VivaOChocolateMeioAmargo. 

E aí, qual o seu tipo de chocolate favorito? 
Mande esse post para o seu amigo chocólatra.

Beijos
S.S Sarfati


Já vai fazer dois anos que minha vida mudou radicalmente quando eu me mudei para São Paulo para fazer a faculdade dos meus sonhos. Era muita coisa nova: eu estava completamente sozinha na maior cidade da América Latina sendo que eu havia morado quase minha vida toda em uma cidade de 300 mil habitantes! Além disso, eu iria dividir apartamento com uma desconhecida e precisaria administrar meu dinheiro. Eu sempre fui muito responsável financeiramente, mas confesso que deu um frio na barriga "E se eu gastar demais?". Confira abaixo algumas das dicas que eu uso seja para fazer o dinheiro durar até o fim do mês, seja para juntar dinheiro para um objetivo maior ou simplesmente porque é sempre bom economizar, não é mesmo?


1-Não comer fora
Sei que para algumas pessoas parece isso impossível, mas é totalmente praticável. Aqui no Brasil nós temos a cultura, desde a escola, que é mico levar lanche de casa, mas isso é super comum na Europa. Não tenha vergonha de levar desde pequenos lanches até marmitas. Vergonha é gastar dinheiro no quentão precisa! Faça as contas e veja quanto você economizará ao longo de um mês. Claro que às vezes você vai querer se mimar um pouco ou simplesmente esquecer a comida em casa, mas não precisa ser sempre. Ah, não se esqueça de realmente cozinhar suas marmitas ao invés de compra-las prontas (mesmo que você tenha VR, use-o de uma maneira mais inteligente).


2-Anotar o que você precisa comprar
Eu sou a louca das listas! Anoto tudo: desde o que eu preciso fazer no dia até o que eu preciso levar quando vou para a casa da minha mãe, especialmente o que eu preciso comprar no supermercado e sonhos de consumo, seja um mimo para casa ou para mim. Desse jeito eu consigo visualizar melhor o que eu quero e quanto eu vou precisar para conseguir isso. Para o supermercado, além de ser um jeito ótimo de não esquecer o que você precisa, é um bom jeito de não exagerar nas compras.


3-Evitar compras por impulso
Se tivesse uma lista com 10 mandamentos para economizar, este tópico com certeza estaria lá. Compras por impulso são as maiores vilãs do nosso orçamento. É clichê dizer isso, mas se você sabe que não vai se controlar, evite situações em que você vai gastar mais do que pode. Além de não fazer bem para o bolso, não faz bem para o planeta - já que grande parte do que usamos acaba indo para o lixo (recicle!)


4-Controlar as contas da casa
Este foi o ponto  de maior discordância entre eu e a minha ex-companheira de apartamento: eu sou MUITO pão dura quanto as contas da casa e ela era completamente inconsequente. Não entra na minha cabeça como alguém pode não se importar em gastar com algo completamente desnecessário. Claro que você precisa de energia elétrica em casa, mas porque gastar R$ 65 quando você pode gastar R$ 40 se você usar menos o microondas, demorar menos no banho e apagar a luz quando você não está no ambiente? Não colocar comidas quentes na geladeira e cozinhar com a tampa da panela fechada também são ótimas maneiras de economizar.


5-Esperar promoções
Como eu disse acima, quando você não compra por impulso você já está economizando, então quando você espera o preço abaixar para comprar você está economizando mais ainda! Tenha em mente o que você quer e fique de olho em sites e lojas físicas para ver o preço normal (que pode variar de loja em loja) e temporadas de promoções (como a Black Friday agora em Novembro) - e como você já vai saber o preço normal, não será enganado por falsas promoções.


6-Usar cupons de desconto 
Ainda sim quando você encontrar promoções, você vai querer economizar ainda mais não é? Por isso um bom jeito de fazer isso é usando cupons de desconto. O site Cupom Válido, por exemplo, oferece uma série de descontos para as mais variadas lojas.

E você, tem mais alguma dica? Gostaria de uma segunda parte deste post? Me conta :)
Beijos
S.S Sarfati

Roupas Tumblr

De uns tempos para cá, os brasileiros finalmente descobriram que brechós são lugares muito interessantes e 2017 definitivamente foi o ano dos brechós. Ainda que tenha ganhado o nome de bazar para que houvesse uma dissociação da ideia de que esses lugares são sujos, fedidos e empoeirados, finalmente ficou entendido na cabeça de todos que não há mal algum em comprar uma peça que foi usada por alguém antes de você. Em uma época de crise econômica, as pessoas têm buscado bazares afim de poder comprar roupas novas sem gastar tanto assim, mas a questão é: elas precisam de tantas roupas novas?
A questão que eu quero levantar aqui é um pouco mais complexa do que simplesmente entender que brechós são bons porque além de serem baratos para quem compra, é bom para quem vende e ainda, de quebra, ajuda o planeta. É sobre falar que pode sim haver consumo inconsciente com peças de segunda mão e que, infelizmente, é o que tem mais acontecido.
Cada vez mais as pessoas têm visto os brechós como alternativas mais econômicas as fast fashions, então elas basicamente fazem nos brechós o que elas faziam nas fast fashions: comprar de maneira compulsiva o que não precisam só porque podem pagar e isso se torna mais frequente nos brechós uma vez que lá os preços são menores. Não adianta nada você fazer compras em brechó se você não mudar verdadeiramente sua ideologia de vida e com isso seus hábitos de consumo. Você não vai estar ajudando o planeta se você seguir comprando coisas que você não precisa só porque são coisas de segunda mão. O que tem me irritado muito na maneira que tem sido mostrado por aí sobre os brechós é como se eles fossem salvar o planeta e como se ao comprar em brechós todos fossem pessoas melhores e isso não faz o menor sentido.
Com a popularização dos brechós, o que tem acontecido é que os preços têm subido demais e o intuito principal do comércio de segunda mão tem ficado para trás: o preço baixo. Não é porque algo é menos caro do que seria em uma loja convencional, ele é barato. Muitas vezes o que ocorre é que a peça continua não valendo o preço que é cobrado, mas as pessoas compram porque é menos caro. Elas precisam mesmo desse item que está sendo vendido por um valor muito maior do que o que você considera justo?
O brechó não é só um lugar bonitinho para comprar roupas, o brechó é uma ideologia de diminuir seus hábitos de consumo e entender que não é só porque você pode pagar que você deve comprar. É entender o valor financeiro e simbólico de cada produto. Além da parte financeira, a ideologia de brechó é importante para que a gente entenda que o planeta não vai aguentar os hábitos de consumo que os humanos têm por muito mais tempo, que é preciso produzir menos, consumir menos e descartar direito.

E você, o que pensa sobre isso? Você compra em brechós, bazares? Me conta :)
Beijos
S. S Sarfati

Compras em excesso
WeHeartIt

Sociedade do consumo, de maneira bastante resumida, é um termo usado para falar a respeito de uma sociedade  em que há muito mais oferta de produtos do que demanda e a sociedade que tem os padrões de consumo massificado, ou seja, consome-se apenas como integração social e não necessidade. Além disso, é uma sociedade que tende ao consumismo - aquele consumo exagerado, sem controle, impulsivo, irracional e que muitas vezes acontecem para preencher vazios dentro da pessoa. 
Reconhecem uma sociedade assim? A nossa.
Vivemos em uma sociedade tão doente e tão vazia que atualmente valemos mais pelo que nós compramos, pelo poder de compra que nós temos do que por quem nós somos. O ato de comprar, algo que deveria ser feito em caso de necessidade virou um hábito de distração, de interação social, de prazer.
Nós estamos focando nossa vida no poder de compra que temos ou que queremos ter. Com a recente crise econômica-política no Brasil, muitos de nós perdemos poder de compra e é possível escutar nas conversas informais o quanto as pessoas lamentam isso. É possível escutar mais pessoas lamentando que agora não conseguem mais comprar tanto quanto em 2012 do que pessoas reclamando que talvez tenhamos três presidentes em quatro anos. O quanto de nossas vidas estamos direcionando para o dinheiro e o poder de compra que ele trás?
Eu  não estou me excluindo dessa sociedade, faço as mesmas coisas, contudo coloco-me em uma posição de crítica porque sei que o que faço, muitas vezes, e por isso tento evitar esses hábitos ruins. Não é como se eu pudesse me colocar em uma caverna no meio do mato e ignorar tudo isso, por mais que eu tenha vontade às vezes. É preciso saber viver em uma sociedade tão doente quanto a nossa sem nos deixarmos adoecer.
Nós precisamos mudar nossa maneira de pensar, de agir, de comprar - eu até já falei em um texto sobre consumo consciente - isso sem falar sobre os impactos desse consumo desenfreado no planeta. Por mais que digam que o aquecimento global é um mito, e mesmo que seja, não é por isso que podemos descuidar dele. Não podemos tratar tão mal o planeta que nos deu tudo, nós precisamos muito mais dele do que ele de nós.

Qual a opinião de vocês sobre isso, concordam ou discordam?
Beijos
S.S Sarfati


Em momentos de crise como a que estamos vivendo hoje, comprar roupas novas não é a coisa mais simples do mundo. Até mesmo lojas de fast-fashion (como Marisa, Riachuelo, Renner, C&A, Zara, Forever 21) estão bem mais caras do que de costume, nem mais "brusinhas" está dando para comprar como antes! Por isso é importante focar nas roupas que você já tem e em como fazer para preserva-las. Não quero parecer arrogante, mas se tem uma coisa eu entendo é de como fazer roupas durarem durante várias e várias primaveras. Aqui em casa sempre foi bastante comum uma roupa durar, no mínimo, uns cinco anos, mas também tem muita roupa aqui em casa (especialmente as da minha mãe já que faz muito tempo que ela não "perde" roupa por ter crescido) com mais de 10 anos! Para vocês terem ideia, um dos meus vestidinhos de balada favoritos era da minha mãe! Claro que isso só foi possível por ser um modelo pretinho básico, mas como vocês também sabem, a moda é cíclica - isso significa que a moda vai e volta (alô, alô anos 1990).
As dicas que eu vou dar abaixo são dicas que funcionaram muito bem para mim, mas pode ser que não funcione muito bem para você, mas vale a adaptação! Cada um é de um jeito e precisamos preservar nossa individualidade com o que é melhor para o nosso jeito.